sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Siemens fornecerá 67 turbinas eólicas para usina de energia eólica offshore no Reino Unido

FONTE/AUTOR.: JOSÉ GONÇALVES NETO
· Projeto Dudgeon terá capacidade total de 402 MW

· A energia limpa gerada abastecerá mais de 410 mil famílias no Reino Unido

· O valor total do contrato é de aproximadamente 650 milhões de euros

A Siemens, por meio da divisão de Wind Power, recebeu um pedido das concessionárias de energia norueguesa Statoil e Statkraft para o parque "Dudgeon Offshore Wind Farm", no Reino Unido. 




A companhia será responsável pela fabricação, fornecimento, instalação e operação de 67 turbinas de acionamento direto, com potência de 6 megawatts (MW) cada, e equipadas com um rotor de 154 metros. 

A instalação começará no início de 2017 e o valor total do contrato, que inclui cinco anos de serviço e manutenção, é de aproximadamente £500 milhões - cerca de 650 milhões de euros.

O projeto do parque eólico offshore Dudgeon está localizado a 32km ao norte da cidade de Cromer, em North Norfolk. Cerca de 70% desta propriedade pertence à Statoil, responsável como operadora do projeto, que terá participação desde a fase de construção. 

Os 30% restantes referem-se à concessionária Statkraft. Com uma capacidade total de 402 MW, Dudgeon fornecerá energia limpa para mais de 410 mil famílias no Reino Unido.

"Estamos orgulhosos em mostrar a um número crescente de clientes as vantagens da nossa máquina offshore de 6 megawatts", disse Dr. Markus Tacke, CEO da divisão de Wind Power da Siemens Energy. 

"Com o projeto Dudgeon, nós seremos capazes de estender o nosso pipeline para esta nova turbina. Desta forma, teremos a oportunidade de aumentar ainda mais a capacidade de produção, que é uma condição prévia para reduzir os custos da energia eólica offshore. "

A energia eólica e os respectivos serviços associados fazem parte do Portfólio Ambiental da Siemens. 

Cerca de 43% de sua receita total deriva de produtos e soluções verdes. Isso faz da Siemens um dos principais fornecedores mundiais de tecnologia ecologicamente correta.

67 turbinas eólicas de acionamento direto para o "Dudgeon Offshore Wind Farm": As turbinas são classificadas em 6 megawatts (MW) cada, e equipadas com um rotor de 154 metros.

Para mais informações sobre a Energia Renovável da Siemens, consulte www.energy.siemens.com/hq/en/renewable-energy/

terça-feira, 2 de setembro de 2014

A China já não é mais a mesma. E o Brasil com isso?

Inovação, investimento em outros países e mercado interno são as novas fronteiras do desenvolvimento da China, oportunidades que o Brasil também pode aproveitar


João Pedro Caleiro/EXAME.com
Roberto Rigobon, Valerie Karplus, Yasheng Huang e Don Lessard, professores do MIT Sloan, em evento em São Paulo

São Paulo – “A China já não é a mesma de 20 anos atrás”, diz o ex-embaixador do Chile no país, Fernando Reyes de Mata.

Em evento organizado pelo MIT Sloan Management em São Paulo sobre a relação entre China e América Latina, ele e outros convidados debateram como um novo cenário interno e uma nova fase econômica já estão mudando a relação do país com o mundo.

“Há um novo jogo na política, com o esforço anti-corrupção, e um new normal na economia, com taxa de crescimento mais baixa. É importante para os líderes de negócios estarem cientes das incertezas que podem aparecer no caminho”, diz Yasheng Huang, professor do programa internacional do MIT.

Depois de décadas apenas como destino de investimento estrangeiro, a China passou a ser também uma grande fonte destes recursos. O que não falta é capital, e isso é uma boa notícia para quem precisa de financiamento para obras estruturais – justamente o caso da América Latina e do Caribe.

“O Brasil não tem a poupança para financiar a melhora da sua infraestrutura, que é muito fraca, e os acordos com a China, além do banco dos BRICS, vão ajudar a resolver esse problema” diz Charles Tang, presidente da Câmara de Comércio Brasil-China.

Ao mesmo tempo, a China reconhece que precisa de marcas fortes, investe pesado em inovação e dobra seu número de patentes registradas a cada ano, gerando novas fontes de tensão com os países desenvolvidos.

A China também está começando a olhar com mais atenção para seu próprio mercado interno, seu próximo motor de crescimento. O presidente-executivo do Walmart na América Latina, Enrique Ostalé, diz que os consumidores brasileiros e chineses não são tão diferentes assim, e isso abre um campo infinito de possibilidades.

“A presença da China na América Latina pode ser positiva ou negativa. A América Latina é menos aberta e precisa pensar em permitir às empresas chinesas entrarem, assim como a China precisa se abrir às empresas latino-americanas e brasileiras, que tem experiência mais avançada em como atender as necessidades de consumidores pobres”, diz Don Lessard, professor-emérito de administração internacional do MIT. 

Energia e África

O petróleo não deve perder importância num futuro próximo – uma boa notícia para o nosso pré-sal, que deve produzir o dobro da demanda brasileira em cerca de 20 anos, e que tem os chineses entre os vencedores da licitação de Libra.

Mas a energia renovável também é um campo promissor graças a experiência brasileira com biocombustíveis, de um lado, e o investimento maciço da China em energia solar e eólica, de outro. Achar um equilíbrio é o desafio:

“O termo nacionalismo de recursos tem sido usado de forma errada, na minha opinião, para descrever as experiências de países como Argentina e Venezuela. O principal exemplo de nacionalismo de recursos no mundo é a Noruega, que se protege sem se fechar e usou estes recursos muito bem inclusive para apoiar inovação”, diz Lessard.

Ele citou um dado impressionante: os custos na China e no México já convergiram para o mesmo patamar, enquanto os de países como Brasil explodiram. A geografia das cadeias globais está mudando profundamente e novos atores estão aparecendo.

Um deles é a África, lar de metade das economias que mais crescem no mundo e já considerada “a China da China”, que já está enviando para lá sua produção da mesma forma que fizeram com ela no passado. 

A presença no continente é controversa, mas foi colocada em uma perspectiva histórica positiva por Charles: “Os mestres coloniais do passado tiraram a riqueza da África e a deixaram esquecida por várias décadas perdidas. 

Os chineses entraram pagando preços de mercado e transformaram a África em um continente de esperança.”

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Usina que produz 25% da energia solar do país começa operação comercial

  • Mônica Pileggi
    Do UOL, em Florianópolis
  • Plinio Bordin/Divulgação
    Usina em Tubarão, no sul de Santa Catarina, tem 19.424 painéis solares
    Usina em Tubarão, no sul de Santa Catarina, tem 19.424 painéis solares
A maior usina de energia solar do Brasil, a Usina Fotovoltaica Cidade Azul, começou a operar comercialmente neste mês em Tubarão, no sul de Santa Catarina.
Trata-se de maior usina solar do país em potência: são 3 Megawatts gerados atualmente, o suficiente para abastecer 2.500 casas todos os dias. É praticamente um quarto de toda a energia solar produzida no Brasil.
É também a maior usina solar brasileira em tamanho: são 19.424 painéis solares instalados em uma área de 10 hectares, equivalente a dez campos de futebol.
Com investimentos de R$ 30 milhões, a usina foi desenvolvida pela empresa Tractebel Energia em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Ela começou a funcionar em março deste ano, apenas em caráter experimental. Agora, foi conectada ao Sistema Interligado Nacional (SIN), ou seja, a energia gerada passou a ser distribuída para todo o país.
A geração dessa usina não afeta a conta de luz, segundo a Aneel. A vantagem, então, é o uso de uma fonte renovável e limpa.

Energia solar ainda é 0,01% da energia no Brasil

Atualmente, operam no país 164 usinas solares, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Porém, a participação da energia solar dentro da energia consumida no país ainda é muito pequena: cerca de 0,01%.
"A capacidade dessas usinas ainda é muito pequena. As maiores fontes são hídrica e térmica, que representam 67% e 28%, respectivamente, da matriz energética nacional", afirma a agência.

Usina no Ceará tem a maior capacidade instalada

A Usina Fotovoltaica Cidade Azul atualmente gera 3MW de energia, mas pretende chegar a 4MW.
Ela não é a usina com a maior capacidade instalada, no entanto. Segundo a Aneel, a usina de Tauá, no Ceará, poderá gerar até 5 MW quando operar em toda sua capacidade.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

CCEE lança portal comemorativo de 15 anos

Espaço traça linha do tempo da entidade desde sua criação com a evolução das operações
Da redação

Crédito: Crédito: divulgação
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) lançou nesta semana novo hotsite dedicado à comemoração de seus 15 anos de atividades. 

O endereço traz uma linha do tempo ilustrada que mostra a trajetória do mercado de comercialização de energia no Brasil e da CCEE, como a instituição responsável por viabilizar as relações de compra e venda de energia em todo o território nacional.

A realização do primeiro leilão, a primeira liquidação do mercado de curto prazo, o surgimento do mercado livre, entre outros marcos do setor de energia, são destacados na linha do tempo ajudando o leitor a entender o movimento de reestruturação do setor elétrico que teve o objetivo de aumentar a presença do capital privado e a competição entre os agentes, em benefício do consumidor.

O hotsite também traz depoimentos de pessoas, executivos, empresários e autoridades, que testemunharam e ajudaram a construir o modelo atual de comercialização de energia elétrica e a CCEE.

Além disso, o portal funciona como um acervo multimídia e esclarecedor da história da Câmara. 

Instituída em 1999, sob o nome de Administradora do Mercado Atacadista de Energia Elétrica (Asmae), e com cerca de 50 agentes registrados, a CCEE hoje soma mais de 2,7 mil empresas associadas e R$24 bilhões contabilizados apenas em 2014 no mercado de curto prazo.

“Em 2004, fazíamos somente uma liquidação, que era a do mercado de curto prazo; e hoje fazemos cinco liquidações por mês, de múltiplas operações. 

Em termos financeiros, os valores contabilizados e liquidados atualmente pela CCEE refletem a importância que hoje o mercado de energia tem no Brasil. 

No ano passado, fizemos a gestão de R$ 20 bilhões. 

Em outras palavras, evoluímos para uma organização muito maior e mais complexa, com as exigências correspondentes em governança”, observa o presidente do Conselho de Administração da entidade, Luiz Eduardo Barata Ferreira.

Conheça o espaço em www.ccee.org.br/15anos

RENEX 2014 receberá pavilhões internacionais de energia descentralizada e componentes para eólica


A segunda edição da RENEX SOUTH AMERICA, feira de energias renováveis que ocorre de 26 a 28 de novembro, em Porto Alegre (RS), contará dois pavilhões internacionais. 


A Sociedade Alemã da Agricultura (DLG) virá com o pavilhão coletivo de energia descentralizada e a Federação Alemã de Engenharia (VDMA) vai trazer o pavilhão temático denominado \"Componentes da Indústria Eólica\". Ambas as entidades são apoiadoras da RENEX 2014. 

O espaço da DLG será inspirado na feira EnergyDecentral, na Alemanha, e apresentará soluções descentralizadas inovadoras para todas as fases da cadeia de valor de energia. 

O pavilhão terá suporte de um fórum técnico sobre o fornecimento de energia descentralizada e com temas como combustíveis sólidos e líquidos, biogás, etanol e o ambiente regulatório e comercial nos mercados latino-americanos. 

\"A feira EnergyDecentral, em Hannover, na Alemanha, é a principal plataforma internacional para a geração distribuída da Europa. Estamos agora implementando este formato de sucesso no Brasil, a fim de proporcionar um mercado para as geradoras e consumidores que estão interessados em conceitos inovadores de fornecimento de energia na América do Sul\", disse Marcus Vagt, gerente de projetos da DLG, encarregado pela EnergyDecentral. 

De acordo com Hartmut Rauen, membro do conselho executivo da Federação Alemã de Engenharia - VDMA, a demanda de energia do Brasil é cada vez maior e, com ela, há a necessidade de adoção de tecnologias inovadoras a fim de criar uma matriz energética sustentável. 

“É exatamente aí que a indústria de engenharia mecânica e de usinas da Alemanha pode ajudar. Ela também pode fornecer o know-how e serviços em áreas-chave, como a energia eólica. 

E que melhor plataforma do que a RENEX para expor as mais recentes inovações de engenharia mecânica e de usinas da Alemanha, diretamente para os mercados do Brasil e da América do Sul?\", destaca Rauen. 

Sobre a RENEX SOUTH AMERICA 
A RENEX SOUTH AMERICA (Renewable Energy Exhibition) é o único evento que reúne todos os segmentos de energias renováveis em um só local com o objetivo de apresentar as novidades da indústria, tendências e atração de investimentos para o Brasil e América Latina. 

A feira conta com área de exposição, conferência internacional, rodadas de negócios e visitas técnicas. 

O evento é promovido pela Hannover Fairs Sulamérica, do grupo Deutsche Messe AG, maior promotor de feiras do mundo. A RENEX 2014 conta com patrocinio Sebrae (cota Gigawatt); Tractebel Energia (cota Quilowatt) e Força Eólica do Brasil (cota Watt). 


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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Governo de Pernambuco cria comercializadora e comprará 75% da energia do leilão solar

Estado prepara ainda a criação de uma linha de crédito para estimular a micro e mini geração; 2º leilão dependerá do preço-teto do LER
Por Maria Domingues

Crédito: getty
O Governo de Pernambuco criará uma comercializadora de energia elétrica, que terá como objetivo comprar a energia proveniente do primeiro leilão solar realizado no Estado, no final do ano passado, para consumo próprio. 

A expectativa é que 75% de toda a energia gerada pelas empresas participantes seja consumida pelo poder público.

De acordo com Eduardo Azevedo, secretário executivo de Energia de Pernambuco, trata-se de um bom negócio para o Estado. 

“Por causa da situação atual, do Preço de Liquidações das Diferenças (PLD) alto, dos custo imputado para as distribuidoras, o aumento de energia deve ser grande, da ordem de 20% a 30%. 

Se confirmando isso, já é viável para o Estado comprar essa energia 100% ao invés de investir no pagamento de subsídios para que essa energia fique viável”, disse.

Como o estado será o comprador, não será necessário o pagamento de benefícios fiscais. 

Neste cenário, ao invés de gastar R$8 milhões com subsídios (crédito presumido no ICMS), o governo estadual desembolsará cerca de R$1,5 milhão com sobrecusto, o que deve gerar uma economia de R$6,5 milhão. 

“E se for confirmado um aumento de 20% a 30% para o ano que vem, vamos deixar de gastar mais R$1,5 milhão”, disse.

Esse mecanismo, por si só, estimularia a realização de um segundo leilão, estadual explicou Azevedo, mas tudo dependerá do preço-teto do Leilão de Energia de Reserva (LER), em outubro. 

“Se realmente for publicado um preço razoável no LER, não tem sentido o Estado entrar, porque um dos objetivos era fazer um preço de referência que estimulasse a criação de novos leilões e pudéssemos concentrar os empreendedores em Pernambuco para concorrer no leilão federal. 

Isso nós conseguimos”, disse o secretário, lembrando que cerca de 10% da capacidade instalada do certame federal – 1,1GW dos 10,2GW - provem de projetos pernambucanos.

Caso Pernambuco realize um segundo leilão, Azevedo garante que os processos estão muito mais maduros. 

“Aprendemos com os erros”, disse. Um dos mecanismos que foi aperfeiçoado trata justamente da atuação das comercializadoras. 

O consumidor que fica inadimplente não pode receber os subsídios, o que torna o custo da energia solar inviável e o risco acabava ficando com o comercializador. 

“Isso foi mitigado com o Estado comprando sua própria energia e com o cadastro de grandes empreendedores, que dificilmente ficarão inadimplentes, sob o risco de perder outros benefícios fiscais”, disse.

Atualmente são quatro comercializadoras cadastradas para operar. Apesar da criação da empresa estatal, as regras permanecem as mesmas e novos players poderão entrar neste mercado. 

“O mais lógico seria fortalecer a nossa comercializadora, mas o jogo está aberto”, disse.

Pernambuco promoveu o leilão para fomentar a instalação de uma cadeia produtiva. Segundo Azevedo, a missão está sendo árdua. “Conversei recentemente com um fabricante coreano e ele disse que o modelo brasileiro, com eólico competindo com solar não é razoável. 

Além disso, os estrangeiros pedem uma sinalização maior por parte do planejador. Os 3,5GW em quatro anos são considerados pouco. Eles buscam um sinal para dez anos, com 1GW por ano”, disse.

Geração distribuída
O Governo de Pernambuco deve lançar nas próximas semanas uma linha de financiamento para micro e mini geradores. A compra do sistema será financiado em até oito anos, com juros de 5% a 6% ao ano.

De acordo com Azevedo, o diferencial do programa pernambucano será o pagamento consignado na fatura de energia elétrica. 

“Fizemos uma parceria com a Celpe. Uma parte do crédito proveniente da geração de energia será repassado para um fundo e abatido do total financiado”, afirmou.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Turbina da Siemens obtém certificação de tipo do DNV GL

Potência nominal é de 6MW; Documento deve acelerar produção em série

Da redação


A Siemens Energy obteve certificado de tipo do DNV GL, um dos principais órgãos de certificação do mundo, para a inovadora turbina eólica offshore D6, da companhia. 

O modelo Siemens SWT-6.0-154 é equipado com um gerador de acionamento direto, com rotor de 154 metros e apresenta, ainda, potência nominal de 6MW. O certificado oficial é mais um passo na aceleração da produção em série da turbina.

Dentro do processo de certificação, especialistas do DNV GL tiveram pleno acesso à engenharia e às instalações de montagem da Siemens em Brande, bem como às instalações de testes em Oesterild, na Dinamarca, e em Hunterston, no Reino Unido. 

A avaliação incluiu também a análise de maturidade do projeto da turbina e de seus processos de fabricação, a fase de instalação e início de operação, além da respectiva documentação.

Certificado de tipo para turbina Siemens D6 de acionamento direto: A maturidade do projeto da turbina SWT-6.0-154, seus processos de fabricação, instalação e início de operação e a respectiva documentação estão agora certificados pelo DNV GL.

O desenvolvimento da SWT-6.0-154 representa um importante avanço em direção à redução do custo da energia. Como a massa da cabeça da torre é de apenas 360 toneladas, a nova máquina, de seis megawatts, é um terço mais leve do que sistemas comparáveis. 

Essa vantagem proporciona uma maior viabilidade econômica em todas as etapas do projeto, desde a montagem e o transporte, que passa pelas fundações e instalação, até a fase operacional.

Uma turbina SWT-6.0-154 é capaz de abastecer até 6.000 residências europeias com energia eólica limpa. Esse certificado de tipo para a SWT-6.0-154 inclui uma vida útil de 25 anos de projeto, o que aponta cinco anos adicionais à antiga meta da Siemens, em seus projetos anteriores.

A energia eólica e os respectivos serviços associados fazem parte do Portfólio Ambiental da Siemens. 

Cerca de 43% da receita total da empresa provém de produtos e soluções verdes. Isso faz da Siemens um dos principais fornecedores mundiais de tecnologia ecologicamente correta.