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| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia A geladeira é o eletrodoméstico responsável pelo maior consumo dentro de uma residência; cerca de 30%, porque funciona 24 horas por dia, todos os dias. Dependendo dos modelos, elas apresentam potências variadas entre 150 e 400W. • Instale o aparelho em local bem ventilado. Evite a proximidade do fogão, de aquecedores, ou áreas expostas ao sol. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia Televisor O televisor é um eletrodoméstico muito utilizado, em média de 4 a 5 horas por dia, em cada casa. Tem uma potência de 70 a 200 Watts, atingindo até mais, nos modelos mais antigos. Consome mensalmente entre 10 a 30 kWh, sendo responsável por cerca de 5 a 15% do consumo total de uma residência. • Desligue o aparelho quando ninguém estiver prestando atenção. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia Ferro de Passar Roupas O ferro elétrico consome cerca de 5% da energia gasta em sua casa. É um equipamento que funciona através do aquecimento de uma resistência. Conforme o modelo, sua potência varia de 500 a 1.500 W e ele é responsável por um consumo entre 10 a 15 kWh. • Nunca esqueça o ferro elétrico ligado, pois, além de desperdiçar energia elétrica, você corre o risco de provocar graves acidentes. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia Condicionador de Ar Os aparelhos energeticamente eficientes vão fazer uma boa diferença na sua conta de luz, principalmente no verão, quando o ar condicionado chega a representar um terço do consumo de energia da casa. • Procure os modelos que tenham o Selo Procel de Economia de Energia. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia Chuveiro Elétrico / Boiler Estes aparelhos são grandes cnsumidores de energia. Específicamente no caso do chuveiro, embora permaneça pouco tempo ligado, a demanda de potência da rede elétrica pode chegar a 8000 W ou mais. Chuveiro Elétrico
Boiler
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| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia Máquina de Lavar (roupa e louça) A máquina de lavar roupa é um equipamento que possui um ciclo de funcionamento com operações de lavagem, enxágüe e centrifugação. Tem uma potência variável entre 500 e 1.000 Watts e consome de 5 a 10 kWh por mês, de 2 a 5% do total consumido em uma residência. • Para você fazer economia de energia e água, procure lavar, de uma só vez, a quantidade máxima indicada pelo fabricante; Máquina de Secar Roupas • Regule o tempo do funcionamento da secadora de acordo com a temperatura necessária à secagem dos diversos tipos de tecidos. Para tanto, consulte o manual do fabricante. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia A utilização inadequada da água e da própria bomba d'água pode acarretar um maior consumo de energia. Veja como evitar isso: • Evite gastos desnecessários de água, como banhos muito demorados, torneiras abertas ou pingando., descargas de vaso sanitário correndo. O maior consumo de água implica em maior consumo de energia elétrica, porque a bomba d'água precisará funcionar mais. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia Aspirador de Pó | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia Uma causa muito comum de aumento na conta de energia elétrica é a "fuga" de energia elétrica. Como nos vazamentos de água (cano furado, goteira, etc.), a "fuga" de energia ou corrente elétrica é também registrada pelo medidor, e você acaba pagando uma energia que não utilizou. As principais causas de "fuga" são: emendas de condutores mal feitas, condutores desencapados, mal dimensionados, ou com isolação desgastada pelo tempo. Pode ser provocada, ainda, por eletrodomésticos defeituosos. Para localizar esse defeito, basta proceder do seguinte modo: Instalação elétrica: • Desligue todos os aparelhos das tomadas e apague as luzes.Nos eletrodomésticos: • Ligue novamente a chave geral, mantenha todos os aparelhos desligados e luzes apagadas. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia Aprender como se lê o medidor (relógio de luz) é importante para acompanhar e controlar o consumo de eletricidade de sua casa. Então é bom você saber primeiro que existem dois tipos de medidores: o ciclométrico (digital) e o de ponteiros. Leitura do medidor: • O medidor digital já indica a leitura.Controle do Consumo: • O consumo depende da carga do eletrodoméstico (potência do aparelho) e do tempo de utilização (hábitos de consumo). Assim, uma lâmpada de 100 W funcionando durante 3 horas consome: | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia A arquitetura também deve ser vista como um elemento que influencia na utilização do ar condicionado e iluminação, logo, no consumo de energia. Listamos abaixo algumas dicas: • Quando pintar ou trocar materiais de acabamento, dê preferência para cores claras, pois estas não aquecem tanto o ambiente reduzindo o consumo do ar condicionado. Além disto, tornam o ambiente mais claro, reduzindo a necessidade de lâmpadas mais potentes. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia • Dimensione corretamente as instalações elétricas; a economia em fios pode representar riscos e aumento das perdas, o que também aumenta o consumo. | |||||||
| Setor Residencial Dicas de Economia de Energia • No sistema elétrico, o período compreendido entre 17 e 21 horas, nos dias úteis, é denominado horário de ponta.http://www.cate.cepel.br/setatuac/index_dicas.htm | |||||||
Publicação de notícias sobre os setores de Energia Elétrica, Energias Renováveis,SPDA, Construção Civil, Projetos de Eficiência Enérgética, Arquitetura, Design,Telecomunicações, NR-10 Laudos e Cursos in Company, Sistema Elétrico de Potência, Medição de Faturamento - PCHs - Usinas Eólicas
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Dicas de Economia de Energia
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Green Building Council Brasil abre inscrições para MBA em construção sustentável
São Paulo - O Green Building Council Brasil (GBC Brasil) realizará, em São Paulo, um curso de MBA em Construção Sustentável, em parceira com o Instituto Brasileiro de Extensão e Cursos (Inbec) e a Universidade Cidade de São Paulo (Unicid). O curso com duração de 20 meses deve começar no dia 11 de março.
Segundo o GBC Brasil, o curso tem o objetivo de "capacitar os participantes em Construção Sustentável (Green Building) oferecendo conhecimentos que permitam aos participantes realizarem projetos e obras de empreendimentos sustentáveis, bem como se tornarem consultores em Construção Sustentável e Certificação Ambiental de Edificações."
A grade do curso inclui metodologias e tecnologias para projetar, gerenciar, avaliar e operar edificações sustentáveis, alinhadas aos princípios de eficiência energética e elevado desempenho ambiental. O programa de aulas enfatiza a certificação Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), criada pelo U.S. Green Building Council.
As inscrições podem ser realizadas pelo site do Inbec, sob pagamento de taxa de R$ 300 até o dia 11 de fevereiro e de R$ 400 após essa data.
Fonte: PiniWeb
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Para presidente, setor elétrico é a espinha dorsal do crescimento
A presidente Dilma Rousseff tem verdadeira obsessão pelo setor elétrico. Motivo: depois de trabalhar na área antes e durante o governo Lula, firmou a convicção de que o setor é a espinha dorsal para garantir crescimento econômico de 5% anual em seu mandato.
Estudiosa do setor, Dilma costuma citar o racionamento de energia do governo FHC como falha de planejamento que travou o crescimento da economia do país.
Em 2001, o país foi obrigado a implantar um racionamento de energia elétrica que durou nove meses. Resultado: enquanto em 2000 o país havia crescido 4,3%, no ano seguinte o PIB (Produto Interno Bruto) subiu apenas 1,3%, frustrando as expectativas dos tucanos na véspera da eleição presidencial.
Dilma, inclusive, foi escalada ministra de Minas e Energia pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a missão de evitar um racionamento de energia durante seu governo. Não impediu, contudo, o registro de um apagão em novembro de 2009, também na véspera de uma eleição presidencial.
O apagão de Lula atingiu 18 Estados, deixando 88 milhões de pessoas sem eletricidade. Na época, o governo se enrolou ao tentar explicar os motivos do corte de energia, mas fez questão de dizer que a situação era diferente da do período tucano, não sendo necessário fazer um racionamento de energia.
Dilma já era nome certo como candidata do PT à Presidência e, num primeiro momento, o governo evitou que ela falasse com a imprensa. Uma tentativa de preservá-la de um desgaste eleitoral, o que acabou sendo considerado um erro.
Agora, no início de seu governo, Dilma convive com seu primeiro apagão. De dimensões menores do que o do governo Lula, mas de tamanho suficiente para reforçar nela a decisão de ter controle total sobre o setor elétrico e acompanhar de perto os principais projetos.
Ela não quer repetir 2001, quando o crescimento da infraestrutura energética não acompanhou o da economia brasileira. Por isso, considera essencial construir as hidrelétricas de Jirau, Santo Antonio e Belo Monte (região Norte) e evitar gargalos num período em que o Brasil será sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas (Folha de S.Paulo, 5/2/11)
O apagão de Lula atingiu 18 Estados, deixando 88 milhões de pessoas sem eletricidade. Na época, o governo se enrolou ao tentar explicar os motivos do corte de energia, mas fez questão de dizer que a situação era diferente da do período tucano, não sendo necessário fazer um racionamento de energia.
Dilma já era nome certo como candidata do PT à Presidência e, num primeiro momento, o governo evitou que ela falasse com a imprensa. Uma tentativa de preservá-la de um desgaste eleitoral, o que acabou sendo considerado um erro.
Agora, no início de seu governo, Dilma convive com seu primeiro apagão. De dimensões menores do que o do governo Lula, mas de tamanho suficiente para reforçar nela a decisão de ter controle total sobre o setor elétrico e acompanhar de perto os principais projetos.
Ela não quer repetir 2001, quando o crescimento da infraestrutura energética não acompanhou o da economia brasileira. Por isso, considera essencial construir as hidrelétricas de Jirau, Santo Antonio e Belo Monte (região Norte) e evitar gargalos num período em que o Brasil será sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas (Folha de S.Paulo, 5/2/11)
Fonte: www.brasilagro.com.br
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Impsa fecha contrato eólico de R$600 milhões com a Chesf
Companhia vai fornecer turbinas para usina na Bahia - que será a maior do País
Da redação
A argentina Impsa anunciou a assinatura de um contrato de R$600 milhões com a Eletrobras Chesf. O acordo envolve o fornecimento de aerogeradores para o parque eólico que a estatal construirá em Casa Nova, na Bahia. Com previsão de entrada em funcionamento até 2012, a usina contará com 120 turbinas e somará uma capacidade instalada de 180MW. Quando em operação, o parque será o maior do País - recorde que atualmente pertence a Osório, no Rio Grande do Sul, com 150MW.
O diretor de Engenharia da Chesf, José Ailton de Lima, comemora o acerto do negócio. “Esse projeto é importante para a Chesf. Não só marca a nossa entrada no setor de energia eólica, como também a força de ser o maior parque do país, um parque que será apenas da Chesf”. A estatal ainda garante que utilizará mão-de-obra e matéria prima 100% local.
O contrato é fruto do leilão de energia realizado em 2010, no qual a Chesf alcançou resultado positivo junto com a Impsa que já havia sido selecionada como fornecedora dos equipamentos. “Estudamos o projeto e conseguimos desenvolver soluções para potencializar resultados e reduzir custos”, explica Paulo Ferreira, diretor comercial da Impsa Wind no Brasil.
Para o projeto, a IMPSA produzirá 120 aerogeradores de 1,5 MW cada, todos produzidos na planta da WPE em Pernambuco. As máquinas possuem rotor de 82 metros de diâmetro e cada torre tem 100 metros de altura do eixo do rotor.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Distribuidoras e consumidores participam de proposta de modelo de medidor eletrônico de energia
Representantes de distribuidoras de energia e de entidades de consumidores participaram na última quarta-feira (26/1) da audiência pública promovida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que debateu o modelo de medidor eletrônico de energia elétrica que deverá ser implantado em residências e estabelecimentos comerciais e industriais atendidos em baixa tensão no país.
Pela proposta da Aneel, os medidores vão permitir que os consumidores tenham acesso a informações sobre o consumo e o fornecimento de energia, além de possibilitar a comunicação remota entre consumidor e distribuidora. “Com a incorporação dessas novas funcionalidades, o medidor eletrônico deixará de ser um mero registrador de consumo e será um portal de comunicação seguro e interativo entre o consumidor e a distribuidora”, destacou o diretor da Aneel André Pepitone da Nóbrega.
A ideia é que os medidores também possibilitem a adoção de tarifas diferenciadas de acordo com o horário em que o consumidor utiliza a energia. “Com isso, o consumidor poderá optar por usar a máquina de lavar roupa à noite, quando a tarifa for mais barata, ou programar o ar condicionado para operar com menor potência quando a energia for mais cara”, exemplifica Nóbrega.
Entre as contribuições apresentadas pelos participantes da audiência pública estão o aumento do prazo para implantação do novo sistema, a inclusão dos consumidores de baixa renda e a liberdade para que as distribuidoras possam definir as localidades prioritárias para instalação dos novos medidores.
Alguns representantes sugeriram que os medidores possam ter suas funções ampliadas futuramente, e outros pediram que os novos aparelhos não concentrem as funções de inteligência, para evitar possíveis fraudes. Também foram apresentadas sugestões para que seja assegurada a qualidade dos medidores instalados e também para que as informações dos medidores sejam criptografadas, com o objetivo de garantir a segurança dos dados.
O representante do Sindicato dos Trabalhadores de Energia (Sinergia), Gentil de Freitas, lembrou que a instalação dos medidores eletrônicos poderá causar uma redução nos postos de trabalho, e sugeriu que as distribuidoras qualifiquem os empregados que trabalham atualmente na medição de energia para atuar em outras áreas da empresa.
Para Rosimeire da Costa, do Conselho de Consumidores de Energia (Concen), os clientes das distribuidoras devem ser orientados para entender e saber usar bem os novos medidores eletrônicos.
As sugestões sobre a mudança dos equipamento de medição podem ser encaminhadas à Aneel até hoje (28/1). Depois disso, a área técnica da agência avaliará as contribuições e o texto final deve ser votado pelos diretores até maio. A Aneel prevê um prazo de 18 meses para que as distribuidoras adotem os novos relógios de medição. A forma como será feita a substituição e os custos dessa operação serão estabelecidos pela Aneel em parceria com o Ministério de Minas e Energia, depois da definição da tecnologia que será adotada para os novos medidores.
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